29 de out de 2010

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Sustentabilidade aumenta valor de mercado


Sustentabilidade aumenta valor de mercado em até 4%, diz estudo

Projetos socioambientais aumentam em até 4% o valor de mercado das empresas, segundo um levantamento da consultoria espanhola Management & Excellence divulgado nesta segunda-feira (25/10).

A conclusão foi feita com base nos resultados de uma metodologia que cruza números de capitalização de mercado de empresas listadas no DJSI (Dow Jones Sustainability Index World) e no MSCI, índice que reúne as Bolsas da região Ásia-Pacífico, exceto Japão.

O DJSI, da Bolsa de Nova York, abrange 317 empresas de vários setores e regiões do planeta, selecionadas de acordo com o desempenho em 100 assuntos ligados a sustentabilidade. Já o MSCI, que tem na carteira algumas das maiores empresas abertas do mundo, não considera questões sobre o assunto.

As empresas também foram submetidas a uma avaliação de desempenho em 500 critérios em sustentabilidade, responsabilidade socioambiental, transparência e governança corporativa, escolhidos pela consultoria.

"O estudo apontou uma performance superior das empresas mais bem-sucedidas nesses itens", disse à Reuters Bill Cox, presidente da M&E.

A consultoria ainda mediu os resultados práticos de projetos de sustentabilidade e detectou que o fluxo de caixa livre das empresas avaliadas ficou acima da média de suas concorrentes e que sua eficiência interna era superior.

Em totais, os investimentos feitos por essas empresas em treinamentos online para funcionários, por exemplo, renderam até 1.800% em um ano.

Um exemplo do resultado da aplicação desse método no Brasil, segundo a M&E, foi o Bradesco, que investiu R$ 380,6 milhões em projetos do setor no ano passado.

Segundo Angelica Blanco, diretora da M&E, o valor de mercado do banco foi incrementado em R$ 3,91 bilhões (3,8% do valor de mercado, com base nos números de 2009), devido aos resultados de projetos ligados a sustentabilidade.

"É um método estável de determinar o retorno exato de investimentos em sustentabilidade no fluxo de caixa livre da empresa", disse Angelica.

Fonte: Folha.com

28 de out de 2010

Poluição


Destruição de rios e lagos ameaça saúde e alimentos, diz ONU

Danos causados aos rios, pântanos e lagos ameaçam desestabilizar a diversidade das espécies de peixes de água doce, apresentando um risco à segurança alimentar, nutrição de pessoas e rendimentos do setor, informou um relatório apoiado pela ONU nesta sexta-feira.

Rios e lagos são a fonte de 13 milhões de toneladas de peixe ao ano em uma indústria que emprega 60 milhões de pessoas, segundo um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep) e do Centro Mundial do Peixe.

Peixes de água doce também são importantes para a nutrição, principalmente na África e em partes da Ásia, por fornecerem micronutrientes como vitamina A, cálcio, ferro e zinco, acrescentou o relatório.

Esses fatores, segundo o estudo, aumentam o risco para os seres humanos da destruição de ecossistemas de água doce e há urgência em protegê-los da poluição, das mudanças climáticas, sobrepesca e construção de usinas hidrelétricas.

O relatório foi divulgado paralelamente à reunião das Nações Unidas que está sendo realizada até o dia 29 em Nagoia, no Japão. A reunião tem como objetivo pressionar governos e empresas a contribuírem mais no combate ao acelerado desaparecimento de espécies de animais e plantas.

Apesar da produção pesqueira ter aumentado na Ásia e na África nos últimos 40 anos, a pesca em outras regiões nivelou e em alguns casos, tem sofrido queda, principalmente devido aos danos ambientais, segundo o relatório.

Fonte: Folha.com

27 de out de 2010

Tingimento ecológico

Empresas apresentam ações em prol do meio ambiente

A Golden Tecnologia participa do ITMF 2010 (International Textile Manufacturers Federation) com uma novidade que promete ser um dos grandes destaques do evento: o Dye Clean, um processo de tingimento totalmente inovador, que reaproveita a água utilizada nos banhos, sem a necessidade de tratamento ou filtração intermediária. De acordo com Lourival Flor, diretor da empresa, a tecnologia, inédita para o setor, foi fruto de um estudo de pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha e viabilizada por investimentos da Golden.

"Com o Dye Clean, o processo de tingimento por esgotamento tem uma economia de até 80% de água, 50% de químicos e auxiliares e 80% de sal, este último o componente que exige tratamentos de alto custo para ser retirado da água que é descartada", explica.

A criação do Dye Clean, que reutiliza os banhos no tingimento dos tecidos, é uma iniciativa sustentável da Golden Tecnologia e mais um exemplo de seu comprometimento com a preservação dos recursos naturais. São vários, e exclusivos, os benefícios do processo. Entre os destaques estão: redução drástica da salinização dos corpos de água; redução do consumo de água limpa;redução no consumo de produtos químicos orgânicos e inorgânicos; maior segurança na igualização das cores; maior reprodutibilidade entre lotes de mesma cor e adequação a futuras exigências legais na preservação e trato dos recursos naturais.

A corretora Economize no Seguro também tem conseguido bons resultados com a informatização de seus processos. Com isso, estão sendo economizados 90% do uso de papel e propiciou a economia de recursos e a preservação do meio ambiente. Com essa ação, todos os seus documentos são controlados de forma eletrônica evitando o uso de papel.

Fonte: Pra Melhor Ambiental

26 de out de 2010

Painéis solares e descarte


Primeiros painéis solares ameaçam ideia de serem ecologicamente corretos

A primeira geração de painéis solares está chegando ao fim de sua vida útil e ameaça a ideia generalizada de serem ecologicamente corretos.

Instalados na década de 90, os equipamentos funcionariam até por volta de 2015, depois de 25 anos de funcionamento. Mas suas células solares utilizam metais tóxicos como o cádmio e o índio para transformar os raios de sol em energia.

A Universidade do Estado do Arizona, em Tempe (USA), desenvolveu uma técnica para calcular a quantidade de dióxido de carbono (CO2) que é emitida durante a vida útil dos painéis solares. O pesquisador Pei Xhai e equipe levaram em conta itens como a produção dos equipamentos e o transporte dos mesmos até as instalações finais.

A projeção indica que 32 gramas de CO2 são produzidos a cada kilowatt/hora de eletricidade gerada por células solares. Esse número é somente uma fração de outras tecnologias energéticas e foi reduzido pela metade na última década com a melhoria no processo de fabricação do equipamento, mas está 60% acima das estimativas iniciais, que não considera o transporte do maquinário.

A fama de os painéis serem ecológicos também é colocada à prova com os resíduos originados durante a fabricação dos painéis, pois contêm substâncias tóxicas como o mercúrio e o cromo.

Fonte: Folha.com

25 de out de 2010

Estação de esgoto reduz poluição no Tietê

Unidade de tratamento inaugurada nesta semana em Guarulhos já trata 15% do esgoto coletado na cidade

Município responde por 10% da poluição do alto Tietê e era o maior do Estado a não fazer nenhum tratamento

Guarulhos, na Grande São Paulo, inaugurou nesta semana sua primeira estação de tratamento de esgoto (ETE), que já responde por 15% da coleta da cidade.
Isso significa que 17 milhões de litros de dejetos que eram jogados todos os dias no rio Tietê agora são processados pela ETE São João, de acordo com a prefeitura.
Os outros 85% do esgoto coletado continuam sendo jogados, "in natura", no rio.
Guarulhos é responsável por 10% de toda a carga poluidora do alto Tietê, segundo relatório da Cetesb.
A cidade, que possui cerca de 1,3 milhão de habitantes, era a maior do Estado de SP ainda sem nenhum tratamento para o esgoto.
Esse histórico levou o Ministério Público a iniciar uma ação judicial, há dez anos, pedindo uma solução para o problema. Em 2006, a prefeitura assinou um acordo comprometendo-se a tratar o esgoto total até 2028.
Se descumprisse o cronograma, estaria sujeita a deixar de receber parte da conta de água de toda a população, ou R$ 5 milhões por mês, segundo o Ministério Público.
Em 2009, com a entrada de R$ 318 milhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o acordo foi revisto e a prefeitura se comprometeu a terminar 80% das obras até 2018.
Agora, promete atender 73% da população até 2012, com a entrega de outras quatro ETEs e a construção de coletores que levarão o esgoto à ETE São Miguel, da Sabesp.
Caso cumpra a meta, Guarulhos passará a ser responsável por apenas 2,7% da poluição do alto Tietê.

Fonte: Folha de São Paulo

22 de out de 2010

Árvores VS Cidades

Árvores disputam espaço com os equipamentos urbanos

A floresta urbana da cidade de São Paulo existe muitas vezes como espaço a ser construído, tomado de volta de estacionamentos, vias públicas e construções.
As vias públicas são oportunidades de levar cobertura arbórea para toda a cidade, já que estão presentes mesmo em bairros onde já não existem áreas livres.
Contudo, esse espaço viário possui concorrência de outros equipamentos urbanos, como telefones, iluminação, rede elétrica, postes e sinalizações viárias que estão em constante conflito com as copas das árvores.
Para compatibilizar tais equipamentos com as árvores, o recurso mais usado são podas que, em geral, mutilam e reduzem a capacidade das copas das árvores de prover serviços ambientais, como filtrar o ar de poluentes.
Na cidade de São Paulo, toda a preocupação com podas e cortes decorre da falta de estrutura tanto financeira quanto humana.
Melhorar o serviço de poda ameniza as pressões da sociedade para resolver esses conflitos, porém, por si só, não resolve o problema.
A solução pode estar em adaptar o tecido urbano para receber árvores maiores com copas perfeitas, capazes de prestar os melhores serviços ambientais.
Maringá, no Estado do Paraná, é um exemplo interessante. Essa cidade mudou todo o sistema de rede elétrica e iluminação para eliminar o conflito com as árvores e mantém sombra constante em todas as vias públicas.
Isso parece bem mais sensato do que mutilar todas as árvores para "adaptar" suas copas ao elemento construído, que poderia muito bem ser remodelado para uma cidade melhor.
Talvez esse seja o critério mais urgente. Todos os esforços deveriam ser concentrados nessas áreas para que seja feita uma mudança no uso e ocupação para dar lugar à floresta urbana.

Fonte: Folha de São Paulo

21 de out de 2010

Telhados Verdes

Para que a cobertura verde tenha realmente um papel de auxílio à sustentabilidade, que aspectos devem ser considerados? Qual o desempenho dessas coberturas ao longo do tempo?

Telhados verdes oferecem uma estratégia inteligente e de alto impacto para amenizar a aridez e os efeitos das mudanças do clima nas cidades modernas. Inúmeras cidades por todo o mundo já reconhecem esses serviços e oferecem incentivos fiscais e reduções de impostos, sinalizando mudanças de rumo no planejamento e reestruturação da infraestrutura urbana. Grandes obras públicas e privadas já caminham nessa direção. Para criar e manter esses novos ecossistemas em longo prazo, a composição da tecnologia de cultivo sobre áreas impermeáveis é fundamental - todos os componentes do telhado verde devem colaborar para seu desempenho ao longo do tempo em condições adversas: engenharia de drenagem, armazenamento de água, espaço/volume para crescimento de raízes, substrato leve e em proporções adequadas para que não seja necessária a reposição constante, seleção de plantas (um gramado consome pelo menos quatro vezes mais água do que algumas espécies de plantas suculentas).

Uma vez bem estabelecido, o telhado verde tem longa durabilidade. Um artigo publicado em maio deste ano na revista especializada norte-americana Ecological Engineering compara a performance a longo prazo de diversos telhados verdes construídos em Berlim desde 1880. O estudo comparou esses sistemas antigos aos sistemas modernos estabelecidos a partir da década de 1980. Segundo os autores, os telhados verdes modernos têm um desempenho muito superior aos sistemas antigos, devido às tecnologias aplicadas, havendo correlação positiva entre a capacidade de armazenamento de água do sistema e o índice de cobertura vegetal. Sistemas de armazenamento de água da chuva ajudam na eficiência do telhado verde, mas não excluem uma avaliação da necessidade de irrigação, que pode ser obrigatório para algumas espécies. Um plano mínimo de manutenção é recomendável.

Fonte: Revista Téchne



20 de out de 2010

Arquitetura Sustentável


A sustentabilidade pode comprometer os anseios do arquiteto e limitar a produção intelectual e artística, empobrecendo os projetos? Como a sustentabilidade pode se casar com harmonia com a arquitetura?


Entendemos que não. A sustentabilidade não compromete o projeto nem limita a atuação do arquiteto. Há algum tempo estamos refletindo sobre o assunto no Comitê Temático de Projeto do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável), com temas ainda emergentes do grupo de sustentabilidade da AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura). Sempre afirmamos que a sustentabilidade não é um objetivo em si a ser alcançado. Não é uma situação estanque, mas sim um processo, um caminho a ser seguido. Toda a criação nessa área é feita a partir de intenções que são renovadas continua e progressivamente. Intenções essas genuínas, que devem estar verdadeiramente compromissadas com os valores do cliente, este entendido como a síntese do contratante, do usuário e da comunidade socioambiental onde o projeto e a obra estão inseridos.


Não existe a fase ou etapa "sustentabilidade" no processo projetual. Quando isso ocorre pouco se agrega ao resultado final. Existe, sim, a opção pelo sustentável que permeia todo o processo. Esse exercício permanente e constante de lidar com o desejo ao desenvolver seu trabalho pode trazer dúvidas e conflitos ao projetista. A natureza sempre foi e é minimalista. Usa com eficiência a economia de recursos. Isso quer dizer que seremos obrigados a fazer uma transição. Desenvolvemos o saber e o saber fazer com a sociedade de consumo. Vamos ter que fazer o mesmo com a sociedade da sustentabilidade.
Assim, o desafio está em aprender a lidar com esses valores, com as novas possibilidades e conhecimentos tecnológicos que nos permitem criar modelos e soluções adequadas às demandas atuais. Aliás, se fala muito que a boa arquitetura foi, é e será sempre sustentável naturalmente. Não discordamos, apenas entendemos que é necessário aprofundar essa avaliação e desenvolver instrumentos que possibilitem a medição inequívoca de boa parte dessas qualidades.


Exemplo evidente é a disponibilidade atual de dezenas de softwares que permitem a elaboração de modelos arquitetônicos para testar a eficiên­cia energética de soluções bioclimáticas e que mal são utilizados. Propor, medir, explicitar valores e procedimentos são ações que podem sugerir caminhos ou tendências.


Necessitamos mudanças de postura para harmonizar sustentabilidade e arquitetura. Senão, vejamos: quantos projetos são concebidos e construídos considerando o ciclo de vida do ambiente construído? Quais são os processos incorporados à arquitetura e implantados na prática que permitem a redução, mitigação e por final disposição de todos os resíduos produzidos por uma obra? Como medir desempenho dos componentes e garantir habitabilidade, durabilidade e manutenibilidade dos espaços e materiais envolvidos numa construção? Temos um longo caminho a percorrer, mas acreditamos que chegará o momento que não precisaremos mais qualificar e diferenciar arquitetura sustentável de não sustentável; nossas demandas serão outras. A sustentabilidade orientará os projetos naturalmente e a criatividade será mais estimulada na nova beleza da sustentabilidade.


Fonte: Revista Téchne

19 de out de 2010

Exaustor ecológico


Projeto exaustor eólico promete reduzir gasto com eletricidade

Você sabe como funciona um exaustor movido à vento?

O comerciante Paulo César Piloto, inventor destes modelos plásticos, explica.


Entrevista com Paulo César Piloto-fabricante de exaustores:
"Todos pensam que ele joga ar para dentro. Ele não faz isso. Ele puxa o ar quente. Pelas entradas de ar que tem dentro do galpão, portas ou janelas, qualquer que seja o ambiente, entre o ar frio e sai o ar quente pelo exaustor. Ele não é um ar condicionado. O que a gente consegue é igualar a temperatura externa com a interna. Só que internamente você vai ter uma sensação térmica mais agradável porque está na sombra. Vamos dizer assim, é como estar embaixo de uma árvore".


A vantagem dos exaustores eólicos translúcidos é que eles deixam a luz natural entrar. Cada um deles evita o uso de uma lâmpada de 250 wattz, como esta aqui, economizando energia. Fabricados nesta empresa em Arujá, na Grande São Paulo, a cerca de 30 quilômetros da capital, foram criados pelo Paulo, que já pediu a patente da invenção. Na verdade, o que ele fez foi trocar o alumínio dos modelos usados há mais de sessenta anos no Brasil por este plástico resistente, o policarbonato.


Entrevista com Paulo César Piloto-fabricante de exaustores:


"P: Você chama ele de exaustor ecológico. Mas, ele é feito de um material derivado do petróleo. Você tentou usar um material que fosse ecologicamente mais amigável, digamos assim?
R: Eu tentei. A princípio eu busquei outros materiais, imclusive o pet, que existe hoje em abundância e não tem muita colocação, mas ele não resiste às intempéries. Então o único material que resiste mesmo é o polipropileno e ele é reciclável, mesmo um pedacinho de um centímetro por um centímetro então nada vai para o solo".


Mil exaustores eólicos são fabricados por mês e vendidos em todo o Brasil. Cada um custa quatrocentos reais, com a instalação no telhado da fábrica. Empresas da África do Sul, Canadá, Bolívia e Paraguai também manifestaram interesse. Como se trata de um produto novo ainda não dá para comparar a durabilidade com os metálicos.


Esta metalúrgica em Guarulhos, na Grande São Paulo, fabrica peças e tubos de aço tanto para a indústria que faz motos e carros quanto para a indústria de cana de açícar, para as caldeiras. Eles instalaram aqui neste galpão, a título de experiência, dez exaustores eólicos. Deu tão certo que já são setenta e cinco. Eles substituíram os exaustores de metal, oxidados com a chuva e deformados com o granizo. A empresa pretende instalar novos exaustores transparentes em outros galpões da área de produção.


Entrevista com Fernando Sanches/gerente de produção:
" O maior diferencial é que eles deixam passar a luz natural. Isso faz com que a gente não tenha que usar luz artificial durante o dia. Já sentem a economia de energia? Isso dá mais ou menos 2500 wattz por mês de economia. Por ano, em reais, dá em torno de sete mil reais. "

Exaustor Eólico Translúcido: www.aeracaoambiental.com.br

Fonte: TV Cultura - Repórter ECO

18 de out de 2010

PNRS deve aumentar reciclagem no país



O Brasil produz 57 milhões de toneladas de lixo por ano e, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), só 2,4% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados. Esse percentual é pequeno quando comparado com o de outros países. Contudo, empresas do setor de reciclagem enxergam uma chance de aumentá-lo significativamente.
A expectativa deve-se, principalmente, à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada no mês passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A lei cria regras para o tratamento do lixo e, para especialistas em reciclagem, abre uma grande oportunidade para o setor. A avaliação foi feita pelos participantes do Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem, aberto nesta terça-feira (28) em São Paulo. O evento faz parte da feira Expo Sucata e reuniu empresários e representantes da sociedade ligados à gestão do lixo.
“Alguns países da Europa reciclam 45% dos seus resíduos. Podemos chegar lá”, afirmou Stefan David, consultor de reciclagem da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidros (Abividro) durante a palestra que abriu o evento.
Segundo ele, a PNRS estabelece que todos os agentes envolvidos na fabricação, distribuição, venda e consumo de produtos sejam responsáveis pelos seus resíduos. Estabelece também o fechamento de todos os chamados lixões – locais em que o lixo é depositado sem tratamento ou separação – até o ano de 2014. Isso, de acordo com David, vai obrigar a sociedade e O Poder Público a buscar alternativas para o lixo produzido nas cidades. O aumento da reciclagem é, com certeza, uma delas.
“Se tivermos uma fiscalização séria, fecharmos mesmo os lixões, teremos oportunidades para todo mundo”, complementou o presidente do Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa), Marcos Fonseca. “Oportunidades para nós, que trabalhamos com ferro, mas também para quem trabalha com vidro, plástico, papel e no recolhimento destes materiais”.
Para que isso realmente saia do papel, entretanto, empresários cobram ações do governo federal. Apesar de sancionada, a política de resíduos ainda não foi regulamentada e, portanto, não existem normas claras para sua aplicação nos estados e municípios.
Empresários dizem que também não há recursos suficientes para adotar todas as mudanças previstas na lei em um prazo tão curto. Segundo Ariovaldo Caldagio, diretor do Sindicado das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (Selur), sem investimentos, o projeto exemplar pode tornar-se somente uma carta de intenção.
“Podemos sonhar com a mudança na coleta do lixo, mas precisamos investir para torná-la real”, disse ele, durante uma das mesas de debate do congresso. (Fonte: Ambiente Brasil)

15 de out de 2010

Um novo planeta pra morar



Planeta similar à Terra é descoberto e tem potencial para conter vida


Um astro com apenas três vezes a massa da Terra foi detectado a 20 anos-luz, orbitando uma estrela da constelação de Libra conhecida como Gliese 581, uma anã vermelha. Astrônomos da Universidade da Califórnia e da Carnegie Institution de Washington afirmam que o planeta é o primeiro a apresentar potencial real para conter vida.
A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (29) pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos. O astro, chamado Gliese 581g, fica em uma região na qual os astrônomos julgam que um planeta pode apresentar água líquida para formar oceanos, rios e lagos. No local, a distância da estrela permitiria um ambiente com clima ameno, nem tão frio, nem tão quente.
A órbita do planeta ao redor da estrela Gliese 581 dura pouco mais de um mês terrestre, com as possíveis estações de ano durando apenas dias.
Não é o primeiro planeta a ser descoberto na “zona habitável” da estrela. Em 2007, um outro exoplaneta, localizado próximo a mesma estrela, foi catalogado, também com potencial para ser conter vida.
Cientistas também estimam que a temperatura média na superfície varia de 31 a 12 graus Celsius negativos. A equipe também afirma que o planeta orbita com uma face sempre voltada à estrela, de forma similar a como a Lua sempre mostra uma face à Terra.
Para os astrônomos, o planeta pode “sustentar vida”, o que significa que ele tem potencial para reunir condições de vida. Os seres vivos podem não ser necessariamente parecidos com humanos.
Segundo Steven Vogt, coordenador da pesquisa que contou com 11 anos de trabalho no Observatório W. M. Keck, localizado no Havaí, a descoberta é um indício de que podem existir muitos outros corpos similares no Universo. O exoplaneta ao redor de Gliese 581 é encarado como o primeiro com potencial real para apresentar vida.
Os resultados serão publicados na revista científica Astrophysical Journal, mas estão disponíveis online no site arXiv.org. Até setembro, 490 planetas foram descobertos fora do Sistema Solar. (Fonte: G1)

14 de out de 2010

Cidade do futuro: Masdar City tem energia 100% renovável



Um projeto arquitetônico grandioso promete transformar as dunas de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, no modelo de cidade do futuro. Batizada de Masdar City, a construção tem a sustentabilidade como foco e promete ser isenta de emissões de CO2. Para isso, contará com tudo que o conhecimento humano e o dinheiro dos maiores petroleiros árabes podem conseguir, como tecnologia de ponta e investimento da casa dos US$ 22 bilhões.
Segundo o responsável pelo projeto, o renomado arquiteto inglês Norman Foster, o resultado de tanto empenho será uma cidade com matriz energética 100% renovável, uso exclusivo de transporte público, refrigeração natural dos edifícios e ruas da cidade baseada na arquitetura árabe tradicional, e até documentação dos habitantes totalmente digital para evitar o uso de papel.
Por ironia ou não, o projeto, resultado de uma parceria do governo local com os sultões do “ouro negro” dos Emirados Árabes, visa ser um modelo que ajude a preparar o país para a era pós-petróleo, na qual o mundo terá que se adaptar em todas as esferas de produção e consumo.
Mas será que a cidade ultra-sustentável será mesmo um modelo possível de ser reaplicado em todo o mundo? Para o crítico em arquitetura do jornal New York Times, Nicolai Ouroussoff, o projeto não passa de uma “Disneylândia” verde. Em um artigo publicado no jornal de 26 de setembro, Ouroussoff falou sobre as impressões de sua visita ao projeto, que já está pronto para receber os primeiros moradores.
Para Ouroussoff, a cidade não é apenas uma miragem futurista e tem muitos pontos positivos, como a integração entre tecnologias de última geração e o design antigo das cidades árabes, inserida em uma sociedade que convive com o tradicional e o moderno diariamente. “Uma visão que, a princípio, transborda esperança”, afirma.
Mas basta ser analisado mais profundamente para que o projeto comece a revelar seus pontos fracos. Segundo a questão levantada por Ouroussoff, a aparente “sustentabilidade” de Masdar City pode estar fadada a permanecer presa na areias de Abu Dhabi, e inacessível ao resto da humanidade.”O projeto reflete uma mentalidade de condomínios fechados que tem se espalhado pelo mundo como um câncer durante décadas. Sua pureza utópica e seu isolamento da vida das cidades reais estão fundamentados na crença, ao que me parece aceita pela maioria das pessoas hoje, de que a única maneira de criar uma comunidade verdadeiramente harmoniosa, verde ou não, é isolando-a do mundo em geral”.
Para o colunista ambiental da revista TIME, Bryan Walsh, se Masdar só puder ser sustentável caso permaneça isolada do resto do mundo, nunca será mais do que uma “experiência agradável”. Ele lembrou que mais de metade da população mundial, cerca de 3,3 bilhões, vive em cidades – um número que deverá subir para cerca de cinco bilhões até 2030.
Além disso, a maioria dessas pessoas estará vivendo em megacidades de países pobres ou em rápido desenvolvimento, como Lagos ou Karachi, onde é difícil imaginar o tipo de controle social que existe em Masdar.
Ainda que afirme saber que a visão de Foster não seja essa, Ouroussoff defende que a cidade árabe é uma representação de um fenômeno global que tem divido o mundo em guetos, onde questões como a sustentabilidade pouco importa. Para ele, essa tendência surgiu na década de 1970, quando a noção de que um planejamento pensativo poderia melhorar a vida de pessoas em todo o mundo.
“Com isso, as classes rica e média instruída tem encontrado cada vez mais conforto em se isolar em uma variedade de mini-utopias. Isso levou não apenas à proliferação de condomínio fechados suburbanos, como também à transformação dos centros de cidades como Paris e Nova York em parque de diversões para turistas e ricos. Masdar é a culminação desta tendência: uma sociedade auto-suficiente, levantada sob um pedestal e fora do alcance da maioria dos cidadãos do mundo.” (Fonte: Ambiente Brasil)

13 de out de 2010

Mundo dobra uso de água subterrânea em 4 décadas



A humanidade se tornou uma usuária tão sedenta das águas subterrâneas do planeta que essa exploração pode ser responsável por um quarto do aumento anual do nível dos oceanos. O dado vem de um artigo aceito para publicação na revista científica “Geophysical Research Letters”.
Nele, uma equipe liderada por Marc Bierkens, da Universidade de Utrecht (Holanda), traça um mapa não muito animador do estado das reservas subterrâneas mundo afora.
Usando estatísticas e simulações de computador sobre a entrada e saída de água dos lençóis freáticos, Bierkens e companhia estimam que a exploração de água doce subterrânea mais do que dobrou dos anos 1960 para cá, passando de 126 km3 para 283 km3 por ano, em média.
A questão, lembram os pesquisadores, é que ainda não dá para saber o preço exato da brincadeira, porque ninguém tem dados precisos sobre a quantidade de água subterrânea no mundo. Mas, a esse ritmo, se tais reservas fossem equivalentes aos célebres Grandes Lagos dos EUA e Canadá, essa fonte de água seria esgotada em 80 anos.
De qualquer maneira, a preocupação se justifica porque, de acordo com estimativas, 30% da água doce da Terra está no subsolo.
Com exceção das calotas polares – as quais ninguém em sã consciência gostaria de derreter, já que os efeitos sobre os mares e o clima seriam imensos -, trata-se da principal fonte de água potável do mundo. Rios e lagos na superfície são só 1% do total.
Beberrões – Algumas regiões são especialmente beberronas, mostra a pesquisa. Não por acaso, são centros de grande produção agrícola em áreas naturalmente já não muito chuvosas: noroeste da Índia, nordeste da China e do Paquistão, Califórnia e meio-oeste americano. A exploração desenfreada afeta principalmente, como seria de esperar, os agricultores mais pobres.
Segundo Bierkens, a água que sobrar “vai acabar ficando num nível tão baixo que um fazendeiro comum, com sua tecnologia normal, não vai mais conseguir alcançá-la”.
Ao trazer para a superfície quantidades portentosas do líquido, a exploração sem muito controle aumenta a evaporação e, consequentemente, a precipitação em forma de chuva, o que acaba favorecendo o aumento do nível dos mares ligado ao uso dos aquíferos do subsolo.
Embora a pesquisa não aborde diretamente a situação brasileira, o país tem razões de sobra para se preocupar com a situação dos aquíferos subterrâneos.
O interior brasileiro abriga, por exemplo, a maior fração do aquífero Guarani, gigantesca reserva com 1,2 milhão de km2.
Hoje, 75% dos municípios do interior paulista precisam usar as águas do aquífero para seu abastecimento. No caso de Ribeirão Preto, uma das principais cidades do Estado, essa dependência é total. (Fonte: Ambiente Brasil)

8 de out de 2010

China tem a cidade mais poluída do mundo



A cidade mais contaminada do mundo se chama Linfen e está na China. O ar que respiram seus habitantes equivale a fumar três maços de cigarros ao dia.
O local é o centro mundial do carvão, do que depende 80% da energia consumida no país. O ranking das 10 cidades mais poluídas do mundo foi elaborado pela Blacksmith Institute, organização ambientalista internacional.
A poluição cria uma nuvem espessa que dificulta a visibilidade. As centenas de caminhões que atravessam a cidade diariamente geram tanta poeira que atrapalham inclusive a visão do sol. O ar é praticamente irrespirável em Linfen.
Segundo o Greenpeace, a China produz tantas cinzas tóxicas de carvão que seria capaz de encher uma piscina olímpica a cada dois minutos e meio. (Fonte: Ambiente Brasil)

7 de out de 2010

Bilhões correm risco de abastecimento de água


Cerca de 80% da população mundial vive em áreas onde o abastecimento de água potável não é assegurado, de acordo com um estudo publicado na revista científica Nature.

Os pesquisadores organizaram um índice com as “ameaças para a água” incluindo itens como escassez e poluição.

Cerca de 3,4 bilhões de pessoas enfrentam as piores ameaças, segundo o estudo. Os pesquisadores dizem que o hábito ocidental de conservar água para suas populações em reservatórios funciona para as pessoas, mas não para a natureza.

Eles recomendam que países em desenvolvimento não sigam o mesmo caminho, mas sim invistam em estratégias de gerenciamento hídrico que mescle infraestrutura com opções “naturais”, como bacias hidrográficas e pântanos.

Mapeamento – Os autores dizem que nas próximas décadas o panorama deve piorar, com o aumento populacional e as mudanças climáticas.

Eles combinaram dados de diferentes ameaças para a confecção do índice.

O resultado é um mapa que indica as ameaças ao fornecimento para a humanidade e para a biodiversidade.

“Olhamos para o fatos de forma fria, analisando o que acontece em relação ao abastecimento de água para as pessoas e o impacto no meio-ambiente da infraestrutura criada para garantir este fornecimento”, disse o responsável pelo estudo Charles Vorosmarty, do City College de Nova York.

“O que mapeamos foi um padrão de ameaças em todo o planeta, apesar dos trilhões de dólares gastos em engenharias paliativas”, completou, referindo-se a represas, canais e aquedutos usados para assegurar o abastecimento de cidades.

No mapa das ameaças ao abastecimento, boa parte da Europa e América do Norte aparecem em condições ruins.

Mas quando o impacto da infraestrutura criada para distribuir e conservar a água é adicionado, as ameaças desaparecem destas regiões, com exceção da África, que parece estar rumando para a direção oposta.

“O problema é que sabemos que uma fatia enorme da população mundial não pode pagar por estes investimentos”, disse Peter McIntyre, da Universidade de Wisconsin, que também participou da pesquisa.

“Na verdade, estes investimentos beneficiam menos de um bilhão de pessoas, o que significa que excluímos a grande maioria da população mundial”, disse ele.

“Mas mesmo em países ricos, esta não é a opção mais inteligente. Poderíamos continuar a construir mais represas ou explorar mais fundo o subterrâneo, mas mesmo se tivermos dinheiro para isso, não é uma saída eficiente em termos de custo”, disse ele.

Críticas – De acordo com esta e outras pesquisas, a forma como a água é tratada no ocidente teve um impacto significativo na natureza.

Atualmente, um conceito defendido por organizações de desenvolvimento é o gerenciamento integrado da água, no qual as necessidades de todos os usuários são levadas em consideração e as particularidades naturais são integradas às soluções criadas pelo homem.

Um exemplo citado é o abastecimento de água da cidade de Nova York, feito por fontes nas montanhas de Catskill. Estas águas historicamente não precisavam de filtragem até a década de 1990, quando a poluição agricultural mudou o cenário.

A solução adotada, um programa de conservação de terras, se provou mais barata do que a alternativa de construção de unidades de tratamento.

A atual análise pode vir a ser contestada por conter elementos relativamente subjetivos, como por exemplo a forma como as diferentes ameaças são pesadas e combinadas.

Mas os pesquisadores a consideram uma base para futuros estudos e calculam que ela possa ser melhorada quando surgirem dados mais precisos, especialmente de regiões como a África.

Eles calculam que os países desenvolvidos e os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), não conseguirão investir em infraestrutura os US$ 800 bilhões que o estudo julga necessários até 2015. O panorama para países em desenvolvimento é mais sombrio.

“Este é um raio-x do mundo há cinco ou dez anos, porque fizemos o estudo com bases nestes dados”, disse McIntyre. (Fonte: G1)

6 de out de 2010

Espelhos geram energia renovável


Especialistas sugerem uso de espelhos para gerar energia renovável



A energia solar concentrada, produzida por centrais dotadas de espelhos que refletem os raios de sol para acionar uma turbina, pode mudar o mapa energético mundial, segundo estimativas de cerca de 800 especialistas de mais de 40 países reunidos no seminário Solarpaces, realizado em Perpignan, ao sul da França.
Até 2050, este tipo de energia renovável poderá representar cerca de 10% da produção mundial de eletricidade, calcula a AIE (Agência Internacional de Energia).
Países do norte de África, Austrália, Índia, África do Sul, Espanha e Portugal poderão abrigar esse tipo de central, que necessita de muito sol, explicou Cédric Philibert, especialista da AIE.
Estas centrais, denominadas “termodinâmicas”, são dotadas de espelhos móveis que concentram a energia solar na direção de um tubo preenchido com um fluído que se aquece. Este calor produz vapor d’água e aciona uma turbina.
Com a queda do preço dos materiais e o aumento do consumo de eletricidade, a energia solar concentrada poderá tornar-se competitiva a partir de 2020, afirmam os especialistas.
O Emirado de Abu Dabi terá, daqui a dois anos, a maior central solar desse tipo, com capacidade de 100 megawatts, um projeto realizado pelo grupo francês Total em parceria com o espanhol Abengoa no valor de 600 milhões de dólares.
Entre os países desenvolvidos, Espanha e Estados Unidos lideram o setor, com várias centrais em atividade e muitos outros projetos, segundo Philibert.
Já o os futuros fornecedores de eletricidade para a Europa poderão encontrar espaço no norte da África.
Novos geradores de energia – Há alguns anos, um grupo de especialistas também lançou a ideia de que toda a eletricidade consumida no mundo poderia ser produzida por uma central solar com superfície equivalente a 1% do deserto do Saara.
Uma unidade já foi instalada no Marrocos e poderá produzir cerca de dois gigawatts; outra funciona no Egito. Há ainda projetos em discussão na Argélia.
Estas iniciativas fazem parte do Plano Solar Mediterrâneo (PSM), que prevê a construção, até 2020, de instalações de produção de eletricidade renovável, por exemplo, com energia solar, no sul e a leste da bacia mediterrânea.
Parte dessa produção seria exportada para a Europa, o que estimulou algumas empresas a estudar a possibilidade de desenvolver uma rede sob o Mediterrâneo que permitirá transportar esta eletricidade para o norte.
Existe já uma linha entre Algeciras (sul da Espanha) e Tânger (norte do Marrocos). No momento, a energia transita da Espanha para o Marrocos, mas no futuro a situação poder se inverter.
A França é pioneira nessa tecnologia, com a inauguração, em 1969, do forno solar de Odeillo, nos Pirineus, o equipamento desse tipo mais potente construído até hoje (1.000 kilowatts). (Fonte: Ambiente Brasil)
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