A garantia de atendimento médico especializado e tratamento só foi conseguida no ano seguinte, quando, em janeiro de 2008, os moradores permaneceram semanas acampados - alguns deles acorrentados - na entrada do Ministério Público em Salvador. Mas a morosidade da prefeitura os levou a, no mês seguinte, passarem duas semanas em frente ao Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic) para cobrar das empresas do Polo ajuda financeira e atendimento médico para as vítimas da contaminação. Mas o Cofic negava a responsabilidade das empresas e nada foi acordado. Em 22 de fevereiro, a Justiça acatou o pedido do MP e determinou que a prefeitura de Camaçari prestasse assistência médica aos moradores em 30 dias. Em maio, a obrigação de assistência foi ampliada para o estado e a União. Ainda assim, a comunidade não foi atendida plenamente após determinação e no final de maio os manifestantes voltaram a protestar no MP.

Em 2009 a manifestação foi na prefeitura de Camaçari que ainda não havia cumprido a determinação da Justiça. Após serem recebidos por uma comissão dos representantes da prefeitura resolveram suspender a manifestação.

E em 2010, a ocupação da Cetrel, que já dura três semanas e continua e longe de uma solução apesar de um inicio de conversação entre Empresa e Associação das Vitimas no dia 12/05.