27 de abr de 2010

Municípios paulistas recebem investimentos para adequação de aterros sanitários


Cerca de 100 municípios paulistas estão recebendo recursos para a implantação, adequação e controle de aterros sanitários. O Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição, Fecop, de São Paulo, está destinando equipamentos como pá carregadeiras, retroescavadeias, caminhões compactadores, entre outros, para utilização nos aterros.

Os convênios que estão sendo firmados chegam a R$ 13.186 mil. Os municípios receberão, também, verbas para coleta seletiva e criação de centros de triagem.

As cidades que se adequarem podem receber o certificado de Município Verde Azul, como os municípios de Alfredo Marcondes, Barretos, Bocaina, Pontalinda, Ribeirão do Sul, Santos, São José do Barreiro, Taquarivaí, Borborema, Guzolândia, Piedade e Rubineia

No primeiro ano de avaliação dos municípios, em 2008, 44 receberam o certificado. Em 2009, foram 156. Este ano 12 cidades já receberam, totalizando 168 cidades. (Fonte: AmbienteBrasil)

22 de abr de 2010

O valor da floresta em pé


O desmatamento é o “calcanhar de Aquiles” do Brasil na área ambiental. Entretanto, a Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas, realizada em Bali, Indonésia, em dezembro de 2007, começou a fornecer bases (um “mapa do caminho”) para um novo acordo.

Nesse contexto, um mecanismo, conhecido como Redução de Emissões para o Desmatamento e Degradação (REDD), pretende se consolidar e criar valores econômicos para a chamada “floresta em pé”. Desta forma, proprietários de matas naturais que se prontificarem a proteger as florestas por 60 anos seriam pagos por isto durante este período.

Segundo o coordenador do programa de Mudanças Climáticas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Paulo Moutinho, diferente do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que não inclui as florestas naturais remanescentes, o REDD vai além de Quioto quando propõe compensações financeiras aos proprietários de matas naturais por mantê-las.

“REDD pode vir a ser uma alternativa rentável para reduzir o desmatamento e tornar-se uma versão do ‘Mercado Justo’ em MDL. O mecanismo propõe evitar queimadas e, ao manter as florestas, assegurar os serviços ambientais que estas oferecem. Representa, assim, um ótimo investimento ao proteger de maneira integral o patrimônio natural da Terra”, salientou.

* Mais sobre MDL na seção MDL - mecanismo limpo

Pesquisador da USP, Marcelo Theoto Rocha aponta que, antes de avançarmos em uma avaliação sobre REDD, é preciso entender as causas do desmatamento: “Ninguém desmata simplesmente porque quer ver as árvores caídas. Desmata porque tem atividades econômicas ligadas ao uso da terra. Assim partimos para as questões como remuneração pelos serviços ambientais e formas de financiamento da floresta em pé, incentivos aos produtores”.

De acordo com o superintendente de conservação da ONG WWF Brasil, Carlos Scaramuzza, a versão REDD da ONU pode levar de cinco a dez anos para se consolidar. Mas, a estimativa é que os mercados norte-americanos serão mais rápidos, podendo iniciar transações em três a cinco anos. “Todavia, é importante chamar a atenção para o fato de o mercado mundial voluntário já ter começado. A Noruega, por exemplo, criou um fundo, doando 500 milhões de dólares/ano para ser investido no desmatamento evitado, ou seja, em manutenção de floresta em pé”, explica.

Ele também considera que o Brasil é preparado para estabelecer um vigoroso programa de REDD. “Temos grande potencial, pois somente nas florestas amazônicas há cerca de 48 bilhões de toneladas de carbono estocadas e distribuídas em 3,3 quilômetros quadrados de florestas”, avalia.

O clima na imprensa

Dos textos sobre mudanças climáticas publicados por 50 jornais brasileiros, entre 2005 e 2007, 9,6% focalizam as estratégias de mitigação relacionadas às florestas e ao uso do solo. Destes, 37,5% abordam a recuperação florestal; 33,3%, a conservação das florestas; e, em menor proporção, 18,8%, a necessidade de redução do desmatamento.


Os custos do desmatamento

Estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Ambiental Amazônica (Ipam) levantou os custos e benefícios da implementação de um programa de REDD na Amazônia brasileira.

De acordo com a pesquisa Custos e Benefícios da Redução das Emissões de Carbono do Desmatamento e da Degradação (REDD) na Amazônia Brasileira, publicada em 2008, para reduzir o desflorestamento para próximo de zero na próxima década seria necessário um investimento de 72 milhões de dólares por ano – incluindo aí capacitação das famílias que moram nos locais para a conservação da floresta, capacitação de pequenos produtores rurais e compensações aos proprietários de terra.

Em contrapartida, um programa nesse sentido duplicaria a renda de 150 mil famílias amazônicas, reduziria os custos sociais e econômicos impostos pelas queimadas e incêndios florestais, como doenças respiratórias, mortes e prejuízos agrícolas e na silvicultura, que representam gastos de até 80 milhões de dólares por ano.

Fonte: Mudanças Climáticas

20 de abr de 2010

Coleta de lixo em São Paulo não cumpre horário de novo site


No primeiro dia de funcionamento do site da Prefeitura de São Paulo com os horários de coleta de lixo na cidade, caminhões responsáveis pelo serviço passaram antes ou depois da hora em bairros da zona norte.
A falta de pontualidade fez com que muitos paulistanos levassem à rua seus resíduos depois que os caminhões que os recolheriam tivessem passado.
O serviço de coleta de lixo em São Paulo é realizado por duas concessionárias, a Ecourbis e a Loga, que têm contrato de 20 anos e superior a R$ 10 bilhões.
Com a confusão de horários na coleta, restos de papéis, plásticos e comida cobriram ruas ao lado de sacos de lixo nas calçadas, conforme pôde constatar a reportagem ontem.
Na rua Tancão, no Jaçanã, a coleta marcada para as 16h10 ocorreu entre 14h30 e 15h.

Prudência
Quando viu que o caminhão da coleta já tinha passado ontem, a dona de casa Luzia Maria Pereira Camilo, 43, preferiu deixar tudo dentro casa. E reclamou dos vizinhos que não fizeram o mesmo. "Vão [os vizinhos] continuar a deixar o lixo para o dia seguinte. É ruim porque passam "moleques" e chutam os sacos, cachorros rasgam os plásticos", disse Luzia Maria.
Situação inversa ocorreu na avenida Paulo Lincoln do Valle Pontin. A coleta do lixo estava marcada para o meio-dia, mas só foi realizada às 16h50, quase cinco horas depois. Um saco de lixo preto ainda foi "esquecido" num poste em frente à 73º DP, também no bairro do Jaçanã.
Ao exigir que as empresas divulgassem os horários de coleta, em janeiro, a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) informou que passaria a multar os moradores depois de fazer uma campanha educativa.
O início das autuações seria neste mês. Mas o governo municipal afirma que vai esperar a fase de ajuste do site para aplicar multas nos munícipes. Apenas as concessionárias serão autuadas, segundo a prefeitura.
Para checar o horários, acesse o site www.prefeitura.sp.gov.br, no link "zelando pela cidade-limpeza de ruas".(Fonte: Folha de São Paulo)

Brasil não tem destino adequado para 67 mil toneladas diárias de lixo


O Brasil não tem destino adequado para 67 mil toneladas diárias de lixo que são despejados em depósitos e lugares irregulares. “É um volume muito grande”. A isso se somam cerca de 20 mil toneladas/dia de resíduos domiciliares que não são sequer coletadas, afirmou na quinta-feira (15) o diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), Carlos Silva Filho.

O lixo é considerado o principal causador de inundações e doenças nos centros urbanos, como se viu nas recentes enchentes ocorridas no Rio de Janeiro. “E não sendo coletadas, elas são também dispostas inadequadamente e acabam jogadas em terrenos baldios, rios e córregos d’água”, disse Carlos Silva.

Para a Abrelpe, deve haver um planejamento municipal que tenha uma gestão integrada de resíduos sólidos, redução da geração de lixo, coleta seletiva e reciclagem. “E, principalmente, cuidando da destinação desses resíduos”, reforçou Silva Filho.

Com base em dados da Abrelpe de 2008, o mercado de limpeza urbana no Brasil movimentou naquele ano R$ 16,5 bilhões. “São gastos no Brasil pouco mais de R$ 8,00 por habitante por mês para dar conta de todo o serviço de limpeza urbana, que inclui coleta de lixo diária, transporte, destino final, varrição, limpeza de ruas, capina, limpeza de córregos. Com isso, nós continuamos com o déficit de 67 mil toneladas/dia de lixo com destinação inadequada”.

Segundo Silva Filho, para melhorar a destinação dos resíduos urbanos é necessário um investimento maior. A Abrelpe defende que o modelo adequado para fazer essa transição seriam as parcerias público-privadas (PPP). Nesse modelo, o investimento inicial é feito pelo setor privado, desonerando os cofres públicos. “E o Poder Público faria um financiamento desse investimento de longo prazo, de forma que não haja um grande impacto nos cofres públicos de uma vez só”.

Silva disse que o Brasil não desenvolve ações concretas para avançar no tratamento do lixo, e que ocorrem ações isoladas em São Paulo e Minas Gerais. (Fonte: AmbienteBrasil)

A bomba-relógio dos lixões


A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça ambiental subterrânea.

Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.

A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb -companhia estadual de saneamento ambiental- publicou a primeira relação de áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a lista saltava para 2.514 pontos de contaminação.
Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11.680 áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação e avaliação -o que em geral ocorre quando se solicita à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para construção de imóveis.

Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em 1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em 2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada, e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.

Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos que já são conhecidos (Fonte: Folha de São Paulo).

19 de abr de 2010

Brasil vai criar 10 milhões de hectares de unidades de conservação


Em reunião com os presidentes dos parlamentos da Noruega, Dag Tarje Andersen, e do Povo Sami, Egil Olli, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse, nesta segunda-feira (12) que ações como o Fundo Amazônia podem mostrar ao mundo que o Brasil é capaz de assumir seus compromisso e reduzir o desmatamento da Floresta Amazônica.

Ela falou à comitiva norueguesa que o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) faz parte da estratégia brasileira para criar novas unidades de conservação (UC), e adiantou também que serão criados 10 milhões de hectares de UC na Amazônia nos próximos 10 anos, na segunda fase do Arpa. O Brasil foi responsável pela criação de 70% de todas as unidades de conservação criadas no mundo , nos últimos sete anos. Para a ministra, o Fundo Amazônia é a base para a implementação do Arpa.

A Noruega foi o primeiro país a fazer doação para o Fundo Amazônia. No primeiro ano, foram doados US$ 140 milhões. O governo norueguês anunciou, no entanto, que suas doações podem totalizar US$ 1 bilhão até 2015, condicionadas à redução do desmatamento nos anos anteriores. A ministra disse que o governo brasileiro trabalha na capacitação social para que todos os grupos possam enviar seus projetos e requerer recursos do fundo.

A ministra Izabella Teixeira destacou a redução de 51% do desmatamento da Amazônia de agosto de 2009 a fevereiro de 2010, comparado ao mesmo período anterior. “É uma queda sobre o menor desmatamento da história”, salientou a ministra, ao lembrar que entre agosto de 2008 e julho de 2009 Brasil registrou o menor desmatamento da história, com 7 km² de floresta desmatada.

Ela explicou ao presidente Dag Tarje Andersen que isso é resultado das ações de repressão ao crime ambiental da Comissão Interministerial de Combate ao Crimes de Infrações Ambientais (Ciccia), que conta com Ibama, Polícia Federal e Força Nacional, com as alternativas sustentáveis aos municípios e povos da floresta.

Dentre as alternativas, estão as políticas para a sociobiodiversidade, que garante preço mínimo para produtos da floresta, como açaí, babaçu, borracha, carnaúba, castanha, pequi e piaçava . Para este ano, Teixeira adiantou que 10 novos produtos serão incluídos nessa lista. A garantia de preço mínimo para esse produtos garante renda para as comunidades tradicionais e amplia a proteção da floresta, uma vez que as árvores em pé garantem o sustento da população.

A ministra também citou a operação Arco Verde, que leva alternativas desenvolvimento sustentáveis para os 43 municípios que mais desmataram a Amazônia em 2008.

Para a ministra, o Macrozoneamento Ecológico Econômico da Amazônia Legal vai permitir o desenvolvimento sustentável da região, tanto na área urbana quanto na rural. “É preciso incluir todos no debate”, afirmou.

Mudança Climática – A ministra Izabella Teixeira ainda pediu apoio dos noruegueses à convenção do clima, que acontece em dezembro em Cancún. Segundo ela, o Brasil vai trabalhar forte pelo diálogo entre os países para alcançar um bom resultado na convenção do clima. (Fonte: MMA)

Como descartar o seu colchão usado


Instituições de caridade aceitam colchões e alguns fabricantes recolhem o usado na compra do novo.

O Mercatudo, bazar das Casas André Luiz, aceita até colchões rasgados e manchados. Ele busca gratuitamente na casa do doador.

O bazar Samburá, do Lar São Francisco, também aceita qualquer colchão.

Já o Exército de Salvação de São Paulo, antes de aceitar a doação, manda uma equipe selecionar os que não tenham manchas nem rasgos.

A loja e fabricante Bettoni recolhe o antigo na entrega do novo. O colchão é aceito, no estado que for, e doado.
Os colchões também são aceitos nos Ecopontos da Secretaria de Serviços da Prefeitura de São Paulo, e levados para lixões.

Outra opção é a Operação Cata Bagulho, da Secretaria das Subprefeituras, que anuncia em seu site as ruas em que as equipes passarão recolhendo coisas. O colchão deve ser deixado na porta de casa no dia da ação. (Fonte: Folha de São Paulo)


ONDE ENCONTRAR

Bettoni
r. Augusta, 2.917, Jardim América, tel. (11) 3083-4057, SP

Ecopontos

Exército de Salvação de São Paulo
tel. (11) 5562-2285, SP

Mercatudo
tel. (11) 2459-7000, SP

Operação Cata Bagulho

Samburá
tel. (11) 5908-7899, SP

17 de abr de 2010

Novos pontos de descarte do seu lixo eletrônico


O consumidor também precisa fazer sua parte para que o lixo eletrônico não tenha um final infeliz. Como só querer não resolve, a Folha selecionou várias maneiras para que você possa colocar em prática sua vontade de ajudar o mundo.
Se você tem um computador sobrando em casa, diversos projetos aceitam doações, segundo o site Lixo Eletrônico(lixoeletronico.org), uma boa fonte na hora de consultar informações sobre o assunto. Alguns dos projetos são: Associação Brasileira de Distribuição de Excedentes (www.abre-excedente.org.br), Casas André Luiz (www.andreluiz.org.br), Comitê de Democratização da Informática (www.cdi.org.br), Comlurb do Rio de Janeiro (www.rio.rj.gov.br/comlurb), Projeto Ação Digital(projetoacaodigital.com.br/lixotecnologico) e Agente Cidadão(www.agentecidadao.com.br).
O Museu do Computador (www.museudocomputador.com.br)informa em seu site que aceita doações de equipamentos relacionados ao computador e "reaproveita o material recebido".
O Centro de Recondicionamento de Computadores(www.oxigenio.org.br) também recebe aparelhos.
Várias empresas têm seus próprios programas de reciclagem para os consumidores.
Em www.dell.com/recycling, a Dell se propõe a reciclar o seu computador de mesa (com ou sem monitor), notebook, monitor, impressora, scanner e outros. Mas o produto precisa ser da Dell. A empresa pede que o usuário informe dados como o peso estimado do produto e que escolha uma data de coleta com ao menos cinco dias de antecedência.
A Philips também recicla os produtos de sua marca no programa Ciclo Sustentável Philips, disponível em algumas cidades brasileiras. Os pontos de coleta ficam nas assistências técnicas credenciadas para os produtos da Philips. O consumidor precisa acessar www.sustentabilidade.philips.com.br e verificar o posto credenciado mais próximo.
Já a HP diz receber baterias e produtos de sua marca e encaminhar para reciclagem. O contato deve ser feito por um e-mail disponível em bit.ly/reciclagemhp.
A Epson também tem um sistema de coleta, veja emepson.com.br/coleta. Por meio desse programa, é possível descartar cartuchos de tinta da marca.

Celulares, baterias e acessórios são recolhidos por operadoras

As operadoras e os fabricantes de celular tentam facilitar sua vida na hora de devolver o aparelho ultrapassado. Na hora de descartar, certifique-se de fazer um backup com seus dados, fotos e agenda. Também é recomendável apagar seus dados pessoais do aparelho.
A Nokia disponibiliza um site com dicas para reciclagem e um sistema de busca de pontos de coleta. Consulte em
bit.ly/reciclagemnokia.
A Vivo tem o programa Vivo Recicle seu Celular
(bit.ly/vivorecicle), que conta com mais de 3.000 pontos de coleta de celulares, baterias e acessórios dos aparelhos.
Outra operadora que disponibiliza centros de coleta é a Claro, que diz oferecer mais de 3.500 locais para entrega. Em
bit.ly/clarorecicla é possível procurar os pontos e saber no que podem ser transformados os aparelhos descartados.
A Oi informa ter pontos de coleta em suas lojas. Por meio do site
www.oi.com.br/coletadebaterias é possível saber mais sobre o descarte e conhecer os postos de coleta oferecidos pela operadora. A TIM oferece serviço parecido(bit.ly/reciclagemtim).


Fonte: Folha de São Paulo

16 de abr de 2010

Crédito Verde promove projetos sustentáveis - A Linha Economia Verde na íntegra


As pequenas e médias empresas paulistas interessadas em desenvolver projetos relacionados a energias renováveis, eficiência energética e manejo de resíduos dispõem agora de uma nova fonte de recursos. A Agência de Fomento Paulista – Nossa Caixa Desenvolvimento, órgão vinculado à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, acaba de lançar a Linha Economia Verde. Esse novo crédito tem como objetivo financiar projetos que estimulem a redução das emissões de gases de efeito estufa no meio ambiente.

A Linha Economia Verde apresenta taxa de juros de 6% ao ano, corrigido pelo IPC-FIPE e pode financiar 100% do projeto, com prazo de até cinco anos para o pagamento e de um ano de carência. Também chamada de “Crédito Verde”, a linha é voltada às empresas com faturamento anual mínimo de R$ 240 mil e máximo de R$ 100 milhões.

Com o papel de coordenar e implantar políticas financeiras de fomento ao setor privado, a Agência promove o desenvolvimento econômico e social do Estado, financiando projetos sustentáveis e produtivos. Mas, diferentemente de um banco comercial, não há exigências de abertura de conta para a obtenção do financiamento. O empresário encaminha seu pedido às entidades de classe parceiras da Agência e dá andamento à documentação necessária. São mais de 20 entidades, dentre elas o SEBRAE, a Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq)

Para que o financiamento seja aprovado, são realizadas análises econômicas e técnicas. A avaliação econômica está relacionada a parâmetros estabelecidos pelo Banco Central, que sugere uma classificação de AA até H para as empresas, o que estabelece um percentual limite de crédito. Quanto menor for a nota, maior o nível de risco da empresa. “Nós selecionamos as que obtêm notas de AA até C. Mas, podem ocorrem exceções, desde que a empresa forneça garantias para o pagamento do financiamento, como terrenos, imóveis ou até mesmo o aval do sócio”, diz Milton Luiz de Melo, presidente da Agência.

Análises técnicas precisam comprovar sustentabilidade do projeto

A análise técnica é feita através de um convênio com a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), que é uma agência do Governo do Estado de São Paulo responsável pelo controle, fiscalização, monitoramento e licenciamento de atividades geradoras de poluição. Será a partir desta análise que a Agência constatará se de fato o projeto da empresa irá reduzir a emissão de carbono.

Casemiro Tércio Carvalho, coordenador de planejamento ambiental da CETESB, afirma que a aprovação das empresas dependerá principalmente dos níveis de carbono. “Se o projeto apresentado comprovar que haverá diminuição na emissão do poluente após as adaptações e estiver comprometido com a sustentabilidade, a resposta da análise será positiva. Para que haja um acompanhamento dessas empresas, sugeriremos que elas entreguem um inventário do processo produtivo”, diz Carvalho.

A expectativa para o “Crédito Verde” é grande, já que muitas empresas têm interesse em investir em sustentabilidade, adequando-se às novas exigências do mercado. “Para o futuro temos a idéia de fornecer um selo verde depois que o projeto for implantado”, afirma Melo.

Carlos Roberto da Silva, diretor da Amino Química, empresa que hoje utiliza uma linha de crédito da Agência voltada à inovação, ressalta a importância de incentivos privados ou estatais para o desenvolvimento de projetos sustentáveis. “É caro fazer pesquisa no Brasil. As linhas de crédito são fundamentais para a concretização de idéias, o investimento em sustentabilidade e o trabalho com recursos balanceados”, diz.
(Fonte: AmbienteBrasil)

15 de abr de 2010

A faixa de areia está sumindo


Em pelo menos 15 praias de Santa Catarina, o mar está avançando e diminuindo, ano a ano, a faixa de areia.

Seis delas ficam em Florianópolis Canasvieiras, Armação, Naufragados, Pântano do Sul, Barra da Lagoa e Ingleses. No Litoral Norte, são os moradores de Barra Velha, Navegantes, Bombinhas e Balneário Piçarras que enfrentam o problema. No Sul, a areia está sumindo das praias de Imbituba, Ibiraquera, Rincão, Araranguá e Arroio do Silva.

A paisagem da Barrinha, uma das praias de Barra Velha mais afetadas pelo fenômeno natural, muda drasticamente a cada temporada. A joinvilense Vera Lúcia Braghin mora no local há cinco anos e acompanhou a mudança. Ela lembra que um sobrado à beira-mar chegou a ser destruído pela água.

“O mar avançou muito de uns tempos para cá. A estrada comprova isso. Antes, ela era perfeitamente transitável. Agora, está irregular”, diz.

Há cerca de oito anos, a praia Central de Barra Velha apresentava o mesmo problema, por isso, a faixa de areia foi engordada. Uma draga retirou a areia da lagoa de Barra Velha e a repôs no Centro, onde boa parte dos turistas passava a temporada.

A Fundação do Meio Ambiente de BarraVelha (Fundema) enumera as causas do problema: a migração natural da areia e os imóveis em áreas de preservação.

“A migração natural acontece em todas as praias. A areia é transportada sempre no sentido Norte/Sul e chega a se mover cem metros por ano. Temos um projeto antigo de retificação das praias, mas existe uma proposta de revê-lo”, explica o diretor administrativo da Fundema, Rodrigo Mazzoleni.

Para as construções irregulares só existe um remédio: conscientização ambiental. De acordo com Mazzoleni, a ocupação de dunas começou há décadas, quando a fiscalização ainda não existia. “Hoje é proibido. Naquela região, 90% das casas são construídas em dunas”, explica.

Mesmo sabendo que os imóveis estão em área irregular, a Prefeitura fez barreiras entre a praia e a rua. “As pessoas já estão ali, então, precisamos de cuidado”, justifica Mazzoleni.
(Fonte: AmbienteBrasil)

14 de abr de 2010

Curitiba vence o prêmio de cidade mais sustentável do mundo por unanimidade


Curitiba, a capital paranaense, foi escolhida para receber o prêmio Globe Award Sustainable City 2010, ofertado pela entidade sueca que reúne empreendedores preocupados com a sustentabilidade global, o Globe Forum. “É uma vencedora muito sólida, com um plano holístico que integra todos os recursos estratégicos conectados com inovação e sustentabilidade futura”, disse o presidente do comitê de jurados do Globe Award, Jan Sturesson, ao anunciar a escolha que foi realizada ontem. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 29 de abril no Museu Nórdico de Estocolmo, com a presença do prefeito Luciano Ducci (PSB).

A capital paranaense disputava o prêmio com Sidney, na Austrália; Malmö, na Suécia; Múrcia, na Espanha; Songpa, na Coreia do Sul; e Stargard Szczecinski, na Polônia. Curitiba foi escolhida por unanimidade pelo comitê, do qual faz parte o diretor de Relações Internacionais da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.

A nota do Globe Forum destacou que “particularmente, a abordagem holística com que a cidade encarou os desafios da sustentabilidade é bem delineada e gerenciada numa clara demonstração de forte e saudável participação da comunidade e integração da dimensão ambiental com as dimensões intelectual, cultural, econômica e social”. O principal programa apresentado por Curitiba foi o Biocidade, que condiciona todas as ações do município à questão ambiental.

Uma política que começou há anos e não sofreu descontinuidade. Em razão disso, Curitiba tem hoje média superior a 50 metros quadrados de área verde por habitante. De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto, a preservação é possível em Curitiba em razão do planejamento urbano de longo prazo, da prioridade para criação de parques, de políticas de educação ambiental e de políticas de incentivo. (Fonte: AmbienteBrasil)

13 de abr de 2010

Certificado "Empresa Amiga do Meio Ambiente"


A Physis SDA recebeu do Conselho Nacional de Defesa Ambiental - CNDA o certificado "Empresa Amiga do Meio Ambiente", depois de fecharmos a parceria com o Museu SocioAmbiental - MuSA.

O certificado sela o compromisso da Physis SDA e do MuSA na divulgação e na elaboração de ações e medidas que visam o benefício socioambiental. Com ele, nos comprometemos a participar dos programas socioambientais do CNDA por meio da contribuição para a realização dos objetivos estatutários da organização.

A cerimônia foi marcada pela entrega do certificado pela colaboradora do MuSA Kadhine Amorim, sendo a Physis SDA representada pelos seus sócios-fundadores: Alessandra Tatebe, Vitor Yuki e André Rossi.


Vitor Yuki
Diretor Geral
Physis SDA

Fechamento de vagas - oportunidade de trabalho

Bom dia!

A Physis SDA informa que o recebimento de currículos para oportunidade de trabalho em vistoria no dia 08 de maio está finalizado. Agradecemos a todos pelo interesse em trabalhar na empresa.

A partir de agora, faremos um processo seletivo com os candidatos para posterior agendamento de entrevistas. Independente dos candidatos terem sido escolhidos ou não, enviaremos um e-mail informativo.

Continuem acompanhando esta seleção no nosso blog! As novidades serão postadas aqui!

Boa sorte a todos e até breve!

Vitor Yuki
Diretor Geral

12 de abr de 2010

Fragmentos da mata atlântica absorvem menos carbono que a floresta intocada


Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e alemães revelou que depois de fragmentada, a mata atlântica, perde parte de seu potencial de absorção de gás carbônico. Os estudiosos simularam a evolução dos fragmentos florestais por até 400 anos e fizeram a comparação com as áreas que apresentam cobertura florestal mais extensa.

“A mata fragmentada é como uma criança doente, que não consegue engordar. Se a floresta não está bem, o acúmulo de gás carbônico é incompleto”, explicou o professor do Instituto de Biociências, IB, da Universidade de São Paulo, USP, Jean Paul Metzger, que cooperou com a pesquisa. O estudo foi realizado pelo Centro Helmholtz para Pesquisa Ambiental, UFZ, da Alemanha, em parceria com o IB.

Um terço da mata atlântica está preservada em fragmentos que chegam até um hectare, atualmente, com distância média de 1,4 quilômetros entre esses fragmentos. O bioma chegou a ocupar, originalmente, 1.300.000 quilômetros quadrados, de acordo com dados da Fundação SOS Mata Atlântica. A cobertura englobava 17 estados brasileiros além de partes do Paraguai e da Argentina. Hoje, com o desmatamento restam apenas cerca de 20% da cobertura original.

Os pesquisadores apontaram, ainda, que a redução do carbono absorvido reflete no peso da floresta. Depois de 100 anos os fragmentos que correspondem a aproximadamente 100 hectares vão apresentar 8,8% menos de biomassa.

Fragmentada, a floresta alcançaria 228 toneladas de biomassa por hectare, sendo que intocada, a mata atlântica, atinge 250 toneladas de biomassa em uma área do mesmo tamanho.

Com biomassa menor, reduzem também as variedades de espécies, que contam com menos recursos alimentares e poucos ambientes onde os animais possam habitar, de acordo com o estudo.

A perda da biomassa está associada às perturbações, que costumam ocorrer apenas nas bordas da mata, como incidência maior de luz e vento, entrada de fogo e pisoteamento causado pela criação de gado. Outro fator é o isolamento das partes centrais dos fragmentos. As plantas ficam mais vulneráveis a doenças e catástrofes naturais.

Os dados da pesquisa foram levantados a partir de um programa de computador que simulou o desenvolvimento da floresta durante 100 e 400 anos. O programa foi abastecido por um banco de dados da USP com informações de árvores e fragmentos da mata atlântica localizados nos municípios de Ibiúna, SP, e na Reserva Florestal do Morro Grande, uma área de mata com cerca de 10 mil ha em Cotia.
*Com informações da USP.

9 de abr de 2010

Moradia sustentável é tema de concurso de projetos da Cdhu e IAB/SP


Concurso de projetos, destinado a identificar novas alternativas para moradias, projetadas com recursos de sustentabilidade ambiental e de acessibilidade acaba de ser lançado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (Cdhu) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP).

Para a participação no Concurso Nacional de Arquitetura de Novas Tipologias para Habitação Sustentável de Interesse Social, os projetos devem ter por base os conceitos do Desenho Universal adotados pela Cdhu para a construção de moradias.

Serão premiados os trabalhos que apresentarem, segundo a comissão julgadora, as melhores soluções de acessibilidade e de sustentabilidade; as melhores técnicas; os menores preços e prazos de execução (nada fácil!).

Os projetos devem prever, entre outros requisitos, o aquecimento solar e a urbanidade para atender públicos de qualquer faixa etária e condição de mobilidade. O concurso tem seis categorias: casas térreas; casas escalonadas; sobrados; edifícios de três pavimentos; edifícios de quatro e cinco pavimentos; e edifícios de seis e sete pavimentos.

Os projetos devem prever espaços públicos e privativos que possam ser utilizados por pessoas em qualquer condição e estágio da vida. A habitação deve acolher crianças, idosos, gestantes, obesos, pessoas com deficiência ou com dificuldade de locomoção.

O primeiro colocado de cada grupo de tipologia receberá prêmio no valor de R$ 50 mil. O segundo colocado de cada grupo ganhará R$ 20 mil. Após o concurso, a Cdhu pretende utilizar os projetos vencedores para construção de moradias de interesse social.

Serviço - Concurso Nacional de Arquitetura de Novas Tipologias para Habitação Sustentável de Interesse Social, inscrições abertas até 16 de julho, pelo site do IAB/SP (www.iabsp.org.br). Entrega dos trabalhos até o dia 18 de agosto (2010).


Philips pretende ampliar pontos de coleta do programa “Ciclo Sustentável”


Em dezembro de 2008, a Philips do Brasil lançou em Manaus, no Amazonas, o programa piloto Ciclo Sustentável Philips, com o objetivo de ajudar os consumidores finais a destinar os produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos quebrados e sem uso. Atualmente, a iniciativa cresceu em todo o país e contempla 25 cidades brasileiras. De acordo com a Philips, o projeto quer ter pontos de coleta em todos os estados do país.

O programa coleta todos os tipos de aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos da marca Philips, como TVs, aparelhos de áudio e vídeo, cafeteiras, entre outros. Ao ser coletados, os materiais são encaminhados para um descarte adequado, por meio da empresa Oxil, evitando danos ao meio ambiente. “Dessa forma, os produtos completarão seu ciclo de vida de maneira sustentável”, afirma nota no site da organização.

“A maioria dos produtos da Philips é colocada na tomada, consumimos muita energia. O que fazemos hoje é pensar no que vamos deixar para o futuro, satisfazendo as gerações atuais sem comprometer as futuras”, explicou Renata Macedo, gerente de Sustentabilidade da Philips do Brasil.

Há cerca de dois anos, a empresa holandesa passou a investir intensamente em sustentabilidade. Em 2009, os produtos ambientalmente corretos da empresa representaram um total de 31% das vendas globais de US$ 33 bilhões, contra 23% em 2008. Durante o período, foram mais de 400 milhões de euros investidos e 800 produtos sustentáveis lançados.

Como participar do Ciclo Sustentável

Em relação ao programa Ciclo Sustentável, os interessados podem entrar em contato com o Centro de Informações ao Consumidor da empresa, através dos números (11) 2121-0203 (Grande São Paulo) e 0800-701-0203 (demais regiões).

No site da organização, também tem um mapa do Brasil, no qual é possível saber os estados e os endereços dos pontos de coleta.

Também é possível acionar o serviço de coleta domiciliar. O consumidor telefona para o o Centro de Informações ao Consumidor e solicita a visita do posto autorizado, que recolhe o produto. A diferença nesse caso é que tal alternativa envolve custo.

Lixo eletrônico

Recentemente, a ONU divulgou um relatório preocupante sobre o descarte indevido de lixo eletrônico. Segundo a entidade, a destinação incorreta nos países em desenvolvimento deverá sofrer um aumento entre 400% e 500% até 2020, em comparação com os níveis de 2007.

De acordo com o estudo, o Brasil é o mercado emergente que gera o maior volume de lixo eletrônico per capita a cada ano. Só de computadores (PCs) são abandonadas 96,8 mil toneladas métricas anualmente, o equivalente a meio quilo por habitante.

Fonte: EcoD

8 de abr de 2010

Nova parceria - MuSA e Physis SDA


A Physis SDA fechou mais uma parceria que tem tudo pra dar certo!

Agora, o MuSA - Museu Socioambiental também faz parte do nosso time, contribuindo com ideias, valores, ações e projetos socioambientais.

O MuSA é um portal que promove educação, responsabilidade social e sustentabilidade por meio da disponibilização de conteúdo teórico especializado e exemplos empíricos, capazes de conscientizar a população sobre o papel que cada indivíduo tem nas resoluções e prevenções dos problemas socioambientais.

Para tanto, são divulgados gratuitamente cursos, vídeos, palestras, publicações e banco de casos com ações, produtos e serviços desenvolvidos com a finalidade de minimizar os efeitos da ação do homem na natureza.

O MuSA propõe a efetivação de um ambiente que centralize informações, compartilhe experiências e gere conhecimentos, sempre visando a atuação prática dos indivíduos, mesmo que nas pequenas esferas da vida social.

A veiculação de conteúdo no MuSA não impõe contrapartida finaceira. O objetivo é contribuir para a melhoria do meio socioambiental, apoiando e divulgando iniciativas de organizações qe compartilham dessa preocupação na realização de suas ações.

Movimentar ideias e ações é o nosso objetivo. Modificar a realidade é tarefa de todos!

Participe e divulgue essa ideia!


Autores: Juliana Sassi / Vitor Yuki

7 de abr de 2010

Seleção de profissionais para serviços de consultoria


A Physis SDA procura profissionais multidisciplinares para participarem de uma vistoria no dia 08 de maio de 2010 referente a um projeto da empresa.

São eles:

- Turismólogo
Perfil:
. graduação em Turismo e/ou áreas afins
. experiência em Ecoturismo e Turismo Rural

- Engenheiro
Perfil:
. graduação em engenharia civil, ambiental, e/ou áreas afins
. experiência em construção sustentável, permacultura, mercado de carbono e energias renováveis

- Biólogo/Engenheiro
Perfil:
. graduação em Engenharia, Biologia e/ou áreas afins
. experiência em coordenação de projetos de licenciamento ambiental, elaboração de laudos, estudos de viabilidade ambiental, entre outros

Interessados favor enviar currículo com pretensão salarial para contato@physissda.com.br. No tópico 'assunto', colocar "currículo vistoria 8/5 - (sua profissão)".

Autor: Vitor Yuki

1 de abr de 2010

Governo vai estabelecer preço mínimo para produtos reciclados, anuncia Minc


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá editar um decreto estabelecendo uma política de preços mínimos para os produtos reciclados. A informação é do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Segundo ele, o mecanismo será baseado em um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que quantifica o benefício da reciclagem em toda a cadeia produtiva, inclusive nos ganhos ao meio ambiente.

“Esse estudo ficou pronto agora e vai servir de base para um novo decreto sobre pagamento de serviços ambientais urbanos, substanciado nesse preço de garantia para produtos reciclados. Quando você recicla o plástico, o vidro, o alumínio, aproveita a energia que esses produtos contêm, economiza a energia usada na extração e, com isso, emite menos [poluentes]”, explicou Minc.

De acordo com o ministro, serão beneficiados quase 1 milhão de catadores de material reciclável em todo o país, que são duramente afetados sempre que os preços dos produtos despencam no mercado, como aconteceu na última crise internacional.

“O Ipea fez um preço diferenciado para lata, vidro, plástico e papel, calculando qual é o valor econômico para o meio ambiente, por diminuir a poluição, aumentar o tempo de vida dos aterros e emitir menos [poluentes]. No Brasil sempre teve preço mínimo para algodão, para açúcar, para soja, mas nunca teve para produto extrativista e muito menos para reciclado”, destacou Minc, que citou a política semelhante recentemente adotada para espécies extrativas, como castanha e borracha.

Para entrar em vigor, o mecanismo vai depender do Conselho Monetário Nacional, que deverá votar qual o preço mínimo para cada produto reciclado. Quando o valor de mercado ficar abaixo do estipulado, o governo vai pagar a diferença, em uma espécie de subsídio. Este será pago diretamente à cooperativa de catadores ou ao comprador, que será ressarcido, informou Minc.

A previsão do ministro é que a medida já esteja valendo para o próximo semestre. Ele divulgou a informação na última sexta-feira (19), durante o lançamento da Agenda Ambiental da Administração Pública na Agência Nacional do Cinema (Ancine). A iniciativa visa a conscientizar os servidores públicos quanto à responsabilidade socioambiental, na economia de produtos e energia nos processos. A Ancine é a 93ª instituição a assumir o compromisso com a agenda. (Fonte: AmbienteBrasil)

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